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Saúde

Anemia falciforme: entenda mais sobre esse distúrbio sanguíneo

A anemia falciforme se caracteriza pela deformação dos glóbulos vermelhos

A anemia falciforme se caracteriza pela deformação dos glóbulos vermelhos

A anemia falciforme é um distúrbio congênito e hereditário. Sua principal característica é a deformação dos glóbulos vermelhos, que deixam o aspecto redondo e elástico e assumem a forma de uma foice (por isso o nome “falciforme”) mais endurecida. Por causa disso, os glóbulos perdem parte da capacidade de oxigenar os tecidos. A condição deixa as células mais frágeis e com mais probabilidade de se romperem ou bloquearem a passagem do sangue. A anemia falciforme é mais comum em negros - segundo o Ministério da Saúde, a doença afeta cerca de 10% da população negra no país.

Como se adquire a anemia falciforme?

A anemia falciforme é uma doença hereditária, isto é, passa dos pais para os filhos. No entanto, há algumas particularidades nesse processo: uma criança só é considerada portadora da anemia falciforme quando herda dois genes com a mutação, um da mãe e outro do pai. Se recebe apenas um gene alterado, o filho apresenta o traço falciforme, sem necessariamente manifestar o distúrbio. Além disso, os pais podem passar o gene com mutação mesmo quando não possuem a doença. Ela pode ser facilmente detectada no teste do pezinho, assim que a criança nasce.

Quais os sintomas da anemia falciforme?

Os principais sintomas da anemia falciforme são: grande predisposição a infecções no geral; crises de dor intensas nos ossos e articulações, podendo percorrer o corpo todo - muitas vezes, desencadeada pelas infecções; inchaço e dor intensa nas mãos e nos pés e lesões ulceradas nas pernas. Em crise, a pessoa com anemia falciforme pode apresentar sequestro de sangue do baço, perdendo a circulação em outras partes do corpo.

Pacientes com anemia falciforme precisam de acompanhamento médico contínuo

Não há cura para a anemia falciforme, mas o tratamento correto ajuda no controle da doença, oferecendo mais qualidade de vida ao paciente. Pessoas com anemia falciforme precisam ser acompanhadas desde a infância por diversos profissionais, como hematologista, dentista, nutricionista, enfermeiro, psicólogo e clínico geral. Caso não seja tratada corretamente, a anemia falciforme pode levar à morte, com redução da expectativa de vida para 45 a 50 anos de idade.

O paciente com anemia falciforme deve ingerir bastante líquido e evitar alimentos com altas doses de ferro - diferente da anemia adquirida, em que falta ferro, o paciente sofre com sobrecarga desse mineral no organismo. A alimentação precisa ser equilibrada e acompanhada por um nutricionista. O ideal é que as refeições sejam ricas em zinco e cálcio. Alimentos como aveia, leite, carne bovina e abóbora, por exemplo, são super indicados na rotina dessas pessoas.

Fonte: Ministério da Saúde

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