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Saúde

Câncer de pele: tipos mais comuns, sintomas e tratamentos

O câncer de pele é uma das formas mais comuns dessa doença e, em geral, está relacionada à exposição desprotegida ao sol

O câncer de pele é uma das formas mais comuns dessa doença e, em geral, está relacionada à exposição desprotegida ao sol

O câncer de pele é um dos mais frequentes no Brasil. Segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer), esse tipo de câncer representa 25% dos tumores malignos identificados no país, o que significa que cerca de 180 mil brasileiros são diagnosticados por ano com a doença. A principal causa desse tipo de câncer é o excesso de exposição solar, que resulta no crescimento descontrolado das células presentes na pele. O câncer de pele é discreto e normalmente se manifesta com pequenas pintas que crescem devagar, que às vezes nem parecem preocupantes. Por isso, é importante ficar atento a qualquer irregularidade na pele. Confira abaixo tudo sobre o câncer de pele!

O que causa o câncer de pele?

Em 90% das vezes, as causas do câncer de pele estão relacionadas com a exposição ao sol sem a proteção adequada. Cerca de 5% da radiação solar é originada pelos raios ultravioletas, que são altamente perigosos e danificam as células da pele ao longo dos anos. Desta forma, a exposição intensa e recente ou o resultado da incidência acumulada por anos sem proteção pode causar a doença. Pessoas que moram em regiões litorâneas e idosos são os mais propensos a desenvolver o quadro.

Entenda os diferentes tipos de câncer de pele

De maneira geral, o câncer de pele pode ser dividido em dois tipos: melanoma e não melanoma. Veja as principais características de cada um abaixo:

- Melanoma: mais frequente em adultos brancos, esse tipo de câncer de pele tem origem nas células produtoras da melanina, substância que determina a cor da pele. Na forma de manchas, pintas ou sinais, ele pode se manifestar em qualquer parte do corpo. No caso de pessoas com a pele negra, as áreas mais claras, como palmas das mãos, costumam ser mais afetadas. Ainda que represente apenas 3% dos tumores malignos registrados no país, o melanoma é o tipo de câncer mais perigoso devido ao grande risco de se espalhar por outros órgãos.

- Não Melanoma: responsável por 30% dos casos de tumores malignos no país, o câncer de pele não melanoma apresenta tumores de diferentes tipos, sendo os mais frequentes carcinoma basocelular e carcinoma epidermóide. O primeiro é o mais comum e se caracteriza por uma lesão na pele. Esse tipo costuma ser o menos agressivo, já que possui uma evolução lenta. Já o carcinoma epidermóide é mais grave devido a possibilidade de apresentar metástase. Esse tipo também se manifesta com feridas ou cicatrizes, principalmente aquelas decorrentes de queimaduras.

Sintomas do câncer de pele: é preciso estar atento às mudanças na pele
Identificar como começa o câncer de pele é a melhor forma de ter um diagnóstico precoce: geralmente, os primeiros sinais da doença surgem nas regiões de maior exposição solar, como rosto, pescoço e orelhas. Nesse caso, manchas que coçam, descamam ou sangram, além de feridas que não cicatrizam em um mês podem indicar a doença. Sinais e pintas que mudam de tamanho ou tonalidade também são indícios do câncer de pele. Ao notar qualquer um destes sinais da doença, é necessário fazer alguns exames específicos para confirmar o diagnóstico ou descartar a doença. Geralmente, o dermatologista faz um exame clínico, conhecido como dermatoscopia, que consiste em usar um aparelho para visualizar camadas da pele não vistas a olho nu. Em situações mais específicas, o médico pode solicitar uma biópsia.

Como tratar e prevenir o câncer de pele?

Os tratamentos para câncer de pele podem variar de acordo com o quadro do paciente. Geralmente, a cirurgia para retirada do tumor é a opção mais indicada pelos dermatologistas. Mas, quando diagnosticado no início, o câncer de pele pode ser tratado com radioterapia e quimioterapia.

Alguns cuidados simples no dia a dia podem prevenir a doença. Evitar a exposição ao sol, principalmente nos horários em que os raios solares são mais intensos - entre 10h e 16h -, é o principal deles. O uso de protetor solar com FPS 30 ou superior e acessórios que protejam a pele, como óculos e chapéus, também são fundamentais. Além disso, é importante ficar atento a qualquer mudança significativa na pele. Lembre-se: o diagnóstico precoce potencializa as chances de cura, portanto fique atento às recomendações e previna-se.

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