Voltar para home page
Exercício físico

Veja como adaptar seu treino de acordo com cada fase do ciclo menstrual

Você sabia que cada fase do ciclo menstrual determina a  energia e disposição de uma mulher para atividades físicas?

Você sabia que cada fase do ciclo menstrual determina a energia e disposição de uma mulher para atividades físicas?

O corpo feminino passa por diferentes transformações ao longo da vida. A menarca (primeira menstruação), a gravidez, a menopausa… todos esses ciclos sofrem influência de um mecanismo hormonal que sabe exatamente onde precisa atuar em cada fase. A mulher adulta, portanto, passa por diferentes momentos ao longo do mês que determinam a sua rotina, humor e até a energia para realizar as atividades do cotidiano. É por isso que é muito normal estar mais ou menos disposta dependendo do dia. Acontece que a intensidade dos hormônios liberados em cada parte do ciclo podem alterar todo o corpo da mulher.

Essa diferença é muito notada na performance nas atividades físicas. O importante é respeitar o seu organismo em cada fase do ciclo, sem se cobrar se não consegue correr mais tempo em um determinado período do mês ou não aguenta uma carga mais alta no treino de musculação. Fique tranquila: você não precisa parar de se exercitar (inclusive pode te ajudar muito a lidar com essa explosão hormonal), basta que adapte o seu treino de acordo com o período. Veja algumas dicas para cada fase do ciclo menstrual!

Fase folicular: baixa energia seguida pela explosão de disposição para treinar

  • Menstruação: a baixa de estrogênio e progesterona resulta na descamação do revestimento uterino e é aí que a menstruação chega todo mês. Aquele período de cinco a sete dias costuma ser o mais desanimador para qualquer exercício, principalmente por causa da cólica e cansaço que acompanham essa fase. O ideal é você pegar mais leve nos exercícios. Mesmo com a baixa disposição, tente não parar: as atividades leves, como yoga ou caminhada, podem inclusive te ajudar a lidar com as cólicas e diminuir os sintomas característicos do período.
  • Pós menstruação: o aumento de estrogênio vai dar um gás na sua disposição para se exercitar. São cerca de seis dias que você pode investir em um treino que exige mais força e resistência. Corrida, ciclismo, musculação e treinos funcionais são uma ótima pedida para esse momento.

Fase ovulatória: muito cansaço caracteriza o período fértil da mulher

  • Período fértil: a fase ovulatória ocorre geralmente a partir do 12º dia do ciclo. Há aumento no nível dos hormônios luteinizante e folículo-estimulante (basicamente, eles preparam o corpo para a gestação). O estrogênio diminui e a progesterona aumenta no organismo, resultando em uma queda na motivação acompanhada de uma facilidade para se cansar. Nesse período, a mulher pode ser prejudicada nas atividades que exigem coordenação motora e mais força. Novamente, pegue mais leve e não desista dos treinos!
  • Pós-ovulação: essa é a melhor fase do mês para as mulheres que gostam de se exercitar. O aumento da progesterona propicia a melhora da performance nas atividades que exigem mais força. Portanto, é a hora de se dedicar ao máximo - seja na musculação ou outras modalidades.

Fase luteínica: a temida TPM chega para todas

  • Tensão pré-menstrual: a TPM chega nesse período acompanhada de mau-humor, inchaço nos seios, retenção de líquidos e dor de cabeça (cólicas e prisão de ventre também podem aparecer nessa fase). A diminuição da progesterona deixará a mulher mais cansada e indisposta. É hora de praticar atividades mais leves e relaxantes, que não exigem tanto esforço físico. Beber muita água e evitar alguns tipos de alimentos podem aliviar os sintomas nessa fase do ciclo.

Últimas novidades

Como funciona a vacina contra HPV?

Saúde

Como funciona a vacina contra HPV?

A vacina contra HPV (Papilomavírus Humano) é uma das formas mais eficazes de prevenir a infecção, que pode ter vários tipos e níveis de gravidade. A transmissão ocorre pelo contato sexual ou de mãe para filho e pode atingir pele e mucosas. Além disso, algumas versões do vírus são agentes causadores de diversos cânceres, incluindo o do colo de útero - que, segundo a Organização Mundial da Saúde, afeta cerca de 290 milhões de mulheres no mundo inteiro. A vacina tem uma ação preventiva contra os tipos mais comuns da infecção e pode ser administrada ainda na adolescência.

Acidente Vascular Cerebral: o que é, causas e como prevenir

Emergência

Acidente Vascular Cerebral: o que é, causas e como prevenir

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma dos problemas mais comuns no mundo inteiro. Também conhecido com derrame cerebral, ele acontece por causas variadas e pode levar à morte - ou provocar consequências graves que afetam toda a vida do paciente. A junção de alguns sintomas ajudam a identificar o problema, que precisa de um atendimento médico imediato. O AVC ainda é cercado de mitos e dúvidas, mas uma coisa é certa: o problema pode ser evitado com atitudes simples no dia a dia.

4 benefícios cientificamente comprovados da meditação

Terapias

4 benefícios cientificamente comprovados da meditação

A meditação é um método milenar associado à saúde e ao bem-estar físico e mental. Não se sabe ao certo quando ou onde surgiu, já que a prática acompanha a humanidade desde os seus primórdios, mas uma coisa é certa: a meditação tem ganhado mais popularidade e, inclusive, é indicada no tratamento de diversos transtornos. O método pode ser resumido como um treinamento da mente para esvaziar ou redirecionar os pensamentos. Na prática, é muito mais do que isso e a ciência pode comprovar. Veja abaixo 4 benefícios da meditação com respaldo científico!

Vegetarianismo: o que você precisa considerar antes de fazer a transição?

Alimentação saudável

Vegetarianismo: o que você precisa considerar antes de fazer a transição?

Causa animal, saúde, cuidado com o meio ambiente ou consumo consciente: as motivações para uma pessoa se tornar vegetariana são muitas. O vegetarianismo consiste, basicamente, em não consumir produtos de origem animal (carnes, laticínios e ovos), com algumas variações. Uma pesquisa divulgada pelo Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística), em abril de 2018, mostrou o crescimento da prática no país: cerca de 14% dos brasileiros se consideram vegetarianos, um aumento de 75% em comparação a 2012. Não há contraindicação para esse tipo de dieta, mas é necessário que você faça um acompanhamento médico para adequar a alimentação sem prejudicar a sua saúde.

Ver mais