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Saúde

Saúde mental durante e após a pandemia do coronavírus: use máscara e cuide da mente

Em tempos de pandemia, cuidar da saúde mental é fundamental

Em tempos de pandemia, cuidar da saúde mental é fundamental

Com a pandemia do coronavírus, o que a população mais quer é recuperar a liberdade - sair às ruas sem máscara e abraçar quem ama sem se preocupar em ficar doente ou contaminar outras pessoas. Para isso, é preciso ter a vacina do coronavírus - e que bom que elas já estão aí. Mesmo que demore um pouco, todos poderão tomar suas doses em algum momento e, finalmente, deixar esse capítulo para trás.

Mas será que os efeitos da pandemia vão ter fim depois que a imunização estiver completa? Alguns especialistas indicam que não. E isso em nada tem a ver com o vírus em si, mas com as consequências psicológicas que tanto tempo de restrições, medos e notícias ruins podem causar na gente.

As quatro ondas do Coronavírus

Desde 2020, cientistas de todo o mundo vêm alertando que os efeitos da pandemia do coronavírus podem ser divididos em quatro ondas. A primeira foi o excesso de diagnósticos de COVID-19. A segunda falou sobre as outras emergências não ligadas ao Coronavírus e que ainda sobrecarregam o sistema de saúde. Como resultado, pessoas com doenças crônicas ficam receosas de procurar os hospitais, o que agrava seus quadros - e eis a terceira onda.

Até que, diante disso, a nossa mente comece a dar sinais de que algo não vai bem. Essa é a quarta onda. Ela fala sobre o aumento de questões mentais - e isso já está acontecendo. O transtorno de ansiedade, a depressão e o estresse pós-traumático são três dos diagnósticos que estão se tornando mais comuns.

Isso fica claro quando a Organização Mundial da Saúde, junto com outras instituições renomadas, mostra que esses últimos meses aumentaram em 93% os atendimentos em saúde mental, 24% os relatos de insônia, 16% o diagnóstico de depressão e 15% os casos de transtorno de ansiedade.

Saúde mental: tendência não é um caminho sem volta

Esses estudos ajudam a entender os possíveis efeitos da pandemia, mas isso não quer dizer que não há o que ser feito. Pelo contrário: com alguns cuidados, é possível lidar melhor com tudo que está acontecendo e, assim, construir um futuro mais leve. Confira algumas dicas:

• Reconheça seus receios e medos e busque pessoas de confiança para conversar sobre;

• Se as notícias do jornal não estão te fazendo bem, evite assistir;

• Mesmo que à distância, mantenha o relacionamento com as pessoas que ama;

Cuide da saúde física: beba bastante água, faça exercícios regularmente e mantenha uma alimentação equilibrada;

• Se precisar, procure ajuda médica.

Com a pandemia do coronavírus, o que a população mais quer é recuperar a liberdade - sair às ruas sem máscara e abraçar quem ama sem se preocupar em ficar doente ou contaminar outras pessoas. Para isso, é preciso ter a vacina do coronavírus - e que bom que elas já estão aí. Mesmo que demore um pouco, todos poderão tomar suas doses em algum momento e, finalmente, deixar esse capítulo para trás.

Mas será que os efeitos da pandemia vão ter fim depois que a imunização estiver completa? Alguns especialistas indicam que não. E isso em nada tem a ver com o vírus em si, mas com as consequências psicológicas que tanto tempo de restrições, medos e notícias ruins podem causar na gente.

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Desde 2020, cientistas de todo o mundo vêm alertando que os efeitos da pandemia do coronavírus podem ser divididos em quatro ondas. A primeira foi o excesso de diagnósticos de COVID-19. A segunda falou sobre as outras emergências não ligadas ao Coronavírus e que ainda sobrecarregam o sistema de saúde. Como resultado, pessoas com doenças crônicas ficam receosas de procurar os hospitais, o que agrava seus quadros - e eis a terceira onda.

Até que, diante disso, a nossa mente comece a dar sinais de que algo não vai bem. Essa é a quarta onda. Ela fala sobre o aumento de questões mentais - e isso já está acontecendo. O transtorno de ansiedade, a depressão e o estresse pós-traumático são três dos diagnósticos que estão se tornando mais comuns.

Isso fica claro quando a Organização Mundial da Saúde, junto com outras instituições renomadas, mostra que esses últimos meses aumentaram em 93% os atendimentos em saúde mental, 24% os relatos de insônia, 16% o diagnóstico de depressão e 15% os casos de transtorno de ansiedade.

Saúde mental: tendência não é um caminho sem volta

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• Reconheça seus receios e medos e busque pessoas de confiança para conversar sobre;

• Se as notícias do jornal não estão te fazendo bem, evite assistir;

• Mesmo que à distância, mantenha o relacionamento com as pessoas que ama;

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