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Médico de família

Saúde da mulher: os cuidados essenciais em cada fase da vida

Mulheres precisam ficar atentas à saúde em todas as fases da vida. Veja os principais cuidados!

Mulheres precisam ficar atentas à saúde em todas as fases da vida. Veja os principais cuidados!

O corpo feminino passa por diferentes ciclos ao longo de uma vida e quando falamos em saúde da mulher, há cuidados que são essenciais em cada fase. As alterações no corpo, os ciclos menstruais e a produção de hormônios precisam ser observados de perto e com consultas regulares ao ginecologista ou médico de família. Além disso, uma alimentação equilibrada e prática de exercícios físicos são importantes fatores para evitar doenças e manter a qualidade de vida. Abaixo, veja as principais recomendações, exames e cuidados indicados para cada fase da mulher - adolescência, vida adulta, menopausa e pós-menopausa.

Adolescência: primeira menstruação, higiene íntima e mudanças corporais

Por volta dos 10 anos, a menina começa a passar por muitas transformações - físicas, psicológicas e hormonais. É na adolescência que ocorre a primeira menstruação, também chamada de menarca. A partir disso, a primeira visita ao ginecologista é recomendada para acompanhar as mudanças corporais e o desenvolvimento adequado. Essa também é uma fase que requer mais cuidado com a higiene íntima - o ginecologista é a pessoa ideal para aconselhar a rotina mais adequada. Converse com o médico de confiança, seja ele pediatra, hebiatra ou médico de família, para orientações gerais e indicação do melhor momento para seguimento compartilhado com um ginecologista.

Além disso, o Ministério da Saúde recomenda a vacina contra HPV (Papilomavírus humano) a partir dos nove anos como forma de prevenção contra a infecção, que é um dos principais causadores do câncer no colo do útero.

Fase adulta: consultas regulares com o ginecologista ou médico de família e prevenção de doenças

O período entre os 20 e 40 anos requer um olhar mais atento à saúde. Nesta fase, outras transformações acontecem: início da vida sexual, gravidez, propensão a desenvolver algumas doenças. As idas ao especialista precisam ocorrer com mais frequência - pelo menos uma vez ao ano - para realização de exames preventivos e complementares, se houver indicação, como os que detectam doenças sexualmente transmissíveis e ultrassonografias.

O cuidado com a alimentação e prática de exercícios físicos precisam entrar na rotina para evitar a obesidade e problemas cardiovasculares, além de prevenir a osteoporose. O cuidado com a saúde mental também não pode ficar de lado.

Menopausa: mudanças hormonais e parada da menstruação

Assim como na adolescência, a vida da mulher a partir dos 40 anos também passa por muitas mudanças: os primeiros sinais da menopausa, também chamada de climatério, começam a surgir, gerando desequilíbrios hormonais. As consequências são irregularidade nos ciclos menstruais até cessação completa, diminuição da libido, primeiros sinais de envelhecimento e problemas ósseos. As visitas ao médico de confiança (ginecologista ou médico de família) permanecem com regularidade e ele fará o acompanhamento por meio da solicitação de exames, de acordo com a necessidade.

A mamografia entra na rotina de exames da mulher a partir dos 40 anos. Em caso de câncer de mama na família (mãe, irmã ou filha), o recomendado é antecipar o rastreamento de acordo com a recomendação médica para, assim, detectar precocemente alguma alteração. O teste de Papanicolau, também conhecido por colpocitologia oncótica, é recomendado até os 64 anos (desde que não tenha histórico anterior de alteração), segundo o Ministério da Saúde.

Pós-menopausa: o cuidado com a saúde não pode parar

A atenção com a saúde precisa continuar depois da menopausa. O acompanhamento deve ser mantido para continuidade no rastreio de câncer de colo de útero e mama, além de outras doenças mais comuns nesse período da vida. A prevenção e promoção à saúde é a melhor forma de manter a qualidade de vida para um envelhecimento saudável. Atividade física e alimentação correta são os principais aliados para que esse processo aconteça de forma natural e adequada.

Fonte: Ministério da Saúde

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